segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Esclarecimentos sobre infantilismo.

Babies sãos pessoas infantilistas, ou seja, pessoas que possuem prazer (nao sexual) em ser tratados como bebês, usar acessórios de bebes, comer como bebes.
Existem os ABDL's (adult baby diaper lovers- adultos bebes amantes de fraldas) e os TBDL's (teen baby diaper lover- adolescente bebe amante de fralda).
O fato de ter menores de idade dentro da comunidade infantilista é apenas um fator que demonstra que infantilismo nao é uma pratica bdsm pois tbm nao envolve troca de poder, bondage, SM.
Um daddy/mommy é a pessoa que na figura de pai (sim daddy é papai e mommy é mamae) cuida do seu baby.
Caso a pessoa atua como baba, tio, tia ou qualquer outro tipo de cuidador que nao seja mommy ou daddy chamamos de caregiver que significa justamente cuidador.
Outra coisa importante a se aprender sobre tbm é que quando um infantilista especificamente um abdl possui prazer em receber praticas no bdsm tbm e assume a posição seja de masoquista, submisso, brat ou etc e possuem sessões onde é usado a regressão chamamos de age play que é o role play onde as pessoas se comportam com a idade diferente da que realmente possuem.
No meio bdsm exitem pessoas que dizem fazer o uso do infantilismo como humilhação (embora um infantilista de fato jamais se sentirá humilhado com isso), esse é um dos maiores mitos sobre o assunto.
Quando uma pessoa gosta de ser tratada como criança porem não como baby (nao curte chupeta, mamadeira, fralda, prefere copinho, comer sozinha), chamamos de littles girl / little boy e ai saimos do infantilismo e entramos no que chamamos de age play que expliquei anteriormente.

sábado, 22 de abril de 2017

Sessao do dia 21/04/2017






Por Ingrid De Aquino
Recebi a ordem de dar banho na minha cadela (de verdade) e tomar banho e assim obedeci, porém mais cedo arrumando os brinquedos sugeri ao dono usarmos algo e ele escolheu a fita adesiva que não gruda na pele, o magic massager, o flogger rosa que fiz , o prendedor para seios com vibrador que compramos e o flogger que reformei.

Separei todos esses acessórios e ainda usei uma fantasia vermelha com um laço enorme que comprei.

Após o banho o aguardei no quarto vestida com a fantasia, ele tomou banho e quando saiu pediu para que eu pegasse os acessórios e a extensão. Assim o obedeci, coloquei o vibrador na extensão e as pilhas no prendedor, aguardei ansiosa por mais ordens.

Deitado na cama ele ordenou que eu começasse a chupar seu pênis, comecei pela cabecinha, passei a língua nele, engoli, suguei e fui alternando os movimentos. Dono pegou o celular e começou a me fotografar, como boa exibicionista que sou isso me deixou mais excitada do que eu estava. Ele levantou e me ordenou que eu deitasse, o obedeci e o vi pegando nosso brinquedo novo. Os prendedores foram postos nos bicos dos meus seios que já estavam bem doloridos e duros por conta da excitação e pelo dono ficar boa parte do dia puxando e beliscando eles.

Dono ligou o controle e comecei a me sentir arrepiada, dor e vibração juntas causam sensações maravilhosas. Ele desligou e disse que mais trade usaríamos.

Ordenou que eu ficasse de 4, pegou o flogger que reformei e aplicou um golpe, doeu bastante, os outros golpes eram aplicados e me faziam sai do lugar, mas logo em seguida eu voltava, eu estava bem sensível porém continuei apanhando com ele, dono o colocou na cama e pegou o outro flogger, começou a aplicar golpes mais superficiais (justamente pra cortar a pele), cai para os lados, minha pele queimava e ardia mas minha bocetinha escorria de tesão.

Após o spanking dono me mandou segurar minha bunda aberta e tirou uma foto, meu cuzinho verdadeiramente mandou um beijo para a câmera rsrs. Ele me virou e colocou novamente os prendedores em meus biquinhos, ligou o vibrador na tomada e começou a me torturar, aquele vibrador potente me fazia me contorcer, bem em cima do meu clitóris me estimulava e me fazia ter vários orgasmos o prendedor nos seios vibrava e fazia meus bicos pulsarem de dor o que intensificava meu prazer.

Dono parou de estimular meu clitóris com o vibrador e me penetrou de uma só vez me fazendo gritar de dor e prazer. A cada estocada eu enlouquecia, sou apaixonada pelo seu cacete e ser fodida por ele é um prazer absurdamente grande.

Eu como boa putinha recebia tapas na cara enquanto era fodida com força, gozei gostoso e logo em seguida dono saiu de dentro de mim e ordenou que eu me ajoelhasse para tomar seu leitinho.

Tomei tudo sem desperdiçar nada.

Levantei e fui higienizar os acessórios para guarda-los, após isso deitei do lado dele e descansei por alguns minutos, terminamos nossa noite tendo uma deliciosa janta por mim preparada.


quarta-feira, 1 de março de 2017

Submissão e manipulação

Analisando a compatibilidade de alguns casais de dominadores e submissas no meio, percebo que o número de submissas manipuladoras, dominadores sem punho firme e relacionamentos de aparência são grandes.
Será que aquela submissa que faz de tudo pra chamar a atenção, manipular, ser castigada é realmente submissa? 
Não consigo compreender como o castigo possa ser algo agradável a alguém cujo prazer seria se submeter.
Puxando o peixe para meu relacionamento sem duvida posso dizer que temos uma conexão ótima tanto nas praticas quanto objetivos. Nos completamos e nao me vejo manipulando ele para conseguir algo, não vejo necessidade disso NÃO ME SENTIRIA NENHUM POUCO ESCRAVA Tendo essa atitude.
Castigo é uma correção para algum erro que cometi, não gosto de errar portanto não gosto de castigos.
Apanhar? Não é castigo pra mim, gosto do Spanking erótico que muitas vezes é confundido com o punitivo.
Submissao e manipulação é algo que na minha visão não combinam.

Bondage no capô do carro

Em uma noite quente Inácio que até então estava fazendo sessões com Karen decidiu surpreende-la. Convidou-a para jantar com pensamentos perversos e deliciosos em mente. Karen não desconfiava do que estaria por vir e mesmo assim colocou um vestido vermelho que combinava em muito com seus cabelos e a fazia tirar o ar de qualquer um que por ela passasse.
- Você esta maravilhosa- Dizia Inácio fazendo-a girar e exibir seu belo corpo.
- Obrigada Senhor, São seus olhos- Dizia Karen olhando profundamente naqueles olhos negros.
Inácio era um dominador com 6 anos de experiência, havia saído de um casamento fracassado que durou 8 anos, tinha 38 anos de idade, cabelos curtos quase careca, pele negra, corpo musculoso e forte.
Ambos estavam agarrados, se beijando, resgatando algo um da boca do outro e perdendo o ar de tesão.
- Entre no carro.- Diz Inácio após beijar profundamente sua menina.
Karen entrou sem questionar e colocou o cinto.
Ambos estavam indo em direção ao centro da cidade, Karen tentava imaginar qual restaurante iria ir, mas ao passarem do centro da cidade e entrarem em um bairro rodeado de paisagem verde que a ficha caiu que não iriam jantar no centro.
- Não sabia que para esses lados tinha restaurante. – Indagou a menina.
- Nem eu sei se tem! – Falou Inácio rindo.
- Me enganou? Onde vamos?- Dizia Karen afobada.
Inácio a olhou firmemente por um instante e falou:
- Não me questione, apenas aguarde que já estamos chegando.
Uns minutos se passaram, o carro seguia por uma estrada estreita ate que começou a subir uma rua que Karen não sabia a onde iria dar, Seu coração estava disparado, não por medo, mas sim por ansiedade.
O homem estacionou o carro em meio a um mirante e então disse:
- Chegamos, desça do carro e me aguarde na frente dele de costas.
- Sim, Senhor. – Dizia Karen retirando o cinto e descendo do carro.
Inácio também desceu do carro, porém pegou uma mala no banco de trás e encostou-a em um canto do chão.
A noite estava perfeita, iluminada pela lua.
Inácio chegou por trás de Karen, erguendo seu vestido, passando a mão nas suas curvas e beijando seu pescoço, subia as mãos até os seios da garota e descia passando-as por cima da calcinha.
- Ohhhh, gemia e ofegava Karen totalmente entregue aqueles toques.
- Por que você me deixa louco assim em sua vagabunda?- Dizia aquele monte de musculo roçando seu pênis duro na bunda da ruivinha.
Inácio a pegou pela mão e a aproximou do carro tirou seu vestido, sutiã e calcinha a deixando apenas com os saltos, deitou-a de bruços no capô do carro e deu-lhe a seguinte ordem:
- Diga a palavra de segurança no caso de algo não estar indo bem ok.
Se aproximou da mala jogando as roupas dela para dentro do carro e pegou duas cordas com 8 mm de diâmetro, tinham ganchos nas pontas da corda. Pegou também uma fita grossa de cetim.
- Erga um pouco a cabeça.- disse ele colocando a fita em volta dos olhos dela e amarrando logo atrás.
Voltou novamente à mala e pegou um pequeno travesseiro colocando-o em baixo do rosto de Karen mandando-a abaixar.
Com as cordas em mão Inácio colocou os ganchos de um lado da tampa do capô passando as cordas por cima de Karen e prendeu do outro lado. Foi para trás da garota dando 3 passos para trás. Ficou ali admirando aquela posição, se aproximou dela passando a mão em seu corpo, beliscando, massageando fazendo-a suspirar.
- Como você é maravilhosa, linda, gostosa, cheirosa.- Dizia o homem com o rosto enfiado em seus cabelos.
Ele foi descendo beijando as costas dela, chegou na sua bunda beijou e mordeu-a todinha a fazendo dar pequenos gritos de dor.
Antes de chegar entre suas pernas o homem disse:
- Calma criança, nem comecei ainda.
De uma só vez Inácio colocou a boca entre as pernas dela, sugava seu clitóris, massageava ele com a língua, enfiava dentro de sua vagina, Karen estava quase tendo um orgasmo naquela posição.
O homem se levantou abriu o zíper de sua calça e pegou uma camisinha no bolso, abaixou a calça e a cueca colocando para fora todo aquele volume que fazia jus ao boato de que negros possuem pênis grande. Abriu a embalagem do preservativo e cobriu seu membro que já estava até dolorido por conta da ereção.
- Adoro seu gosto, adoro essa receptividade- disse ele penetrando devagar a garota.
- Ai que delicia!- Gritava Karen ao ser penetrada pelo seu senhor.
Uma das mãos dele se encontrava na cintura dela enquanto outra puxava seus cabelos a fazendo ser fodida com mais força.
- Hummmm que quentinha e apertadinha você é, tava com saudade do cacete do seu Senhor nessa bucetinha apertada é?
- Simmm muita saudade- dizia a garota ofegante.
Inácio parecia uma maquina de fazer sexo, outo homem em seu lugar já teria gozado varias vezes, alternava os beliscões na cintura dela com taoas fortes em suas nadegas. Karen gritava e gemia coma aquela sensação, mas também se segurava para não gozar muito rápido.
- Quero gozar por favor.- Dizia a garota não suportando mais segurar.
- Vamos juntos então. –disse Inácio antes de aumentar o ritmo.
-Ohhhhhh gostoso. – Ambos disseram como se fossem apenas um só...
Ele todo suado esperou recuperar o folego ate sair de dentro dela, tirou o preservativo do seu pênis o amarrou e colocou dentro de uma sacola que se encontrava no chão. Vestiu a cueca e a calça e tirou as cordas de cima da garota liberando seu corpo, logo em seguida a fita foi retirada e outra ordem foi dada:
- Se vista vamos para minha casa.
Inácio guardou o travesseiro a fita e as cordas na mala colocando-a no banco de trás. Sentou-se no banco do motorista esperando Karen então ofereceu-lhe uma garrafa de agua, enquanto ela bebia ele dizia:
- Encomendei a janta no restaurante que você mais gosta, essa noite teremos comida japonesa, chegaremos em casa, tomaremos um banho e aproveitaremos nosso banquete....

Primeira Sessão de Karen

La estava Karen, de joelhos, com as palmas as mãos estendidas sobre as coxas e Felipe sentado ao pé da cama fumando e olhando-a firmemente.
Felipe imaginava como uma mulher com muitas experiências sexuais havia conseguido esperar o seu aniversario de 25 anos para experimentar o BDSM.
Estava com o pênis latejando de desejo de dominar aquela ruiva, bater nela, senti-la, belisca-la, ouvi-la implorar por mais.
- Quem eu sou?- perguntava Felipe
- Meu senhor, meu rei. – Respondia Karen ainda de cabeça baixa
- E o que você é?
- Sou sua submissa, sua cadela, seu objeto de luxo para que faça comigo aquilo que deseja.
Felipe levantou-se e caminhou em volta de Karen dizendo:
- Ótimo. De pé agora!
Karen se lembrava do desejo que sentiu por Felipe quando o encontrou pela primeira vez e nas próximas vezes que continuaram conversando e negociando. Todas as vezes, se sentia excitada e atraída por Felipe, e no espaço de tempo de um mês com alguns encontros ela teve a certeza de que amaria o que tinha por vir.
A ruiva levantou-se como lhe foi ordenado e ficou de pé em frente a Felipe, estava com um salto alto dourado, luvas e meias pretas e uma tentadora lingerie do mesmo tecido da luva. A maquiagem dourada e o batom vermelho realçavam sua beleza o que fazia Felipe se sentir hipnotizado por aquela ruiva.
- Como você é perfeita! Toda minha nesse momento, somente minha!- Dizia Felipe avaliando Karen como se fosse uma mercadoria raríssima.
O olhar daquele homem sobre seu corpo a deixava cada vez mais molhada, sentia que a qualquer momento cairia daquele salto e levaria um belo tombo.
- Desfile para mim.- Dizia o homem com ar de dominante.
Felipe se posicionou em uma cadeira no canto do quarto, enquanto Karen desfilava para ele, exibindo as curvas, os cabelos e olhar a garota se exibia para seu então Senhor.
- De 4 agora, aqui na minha frente.- outra ordem partiu de Felipe.
- Sim meu rei. - respondeu Karen rapidamente e cumprindo o que lhe foi pedido.
Felipe levantou-se e tirou uma coleira de dentro da sua mala. A coleira era vermelha de couro com vários detalhes de metal prateado, juntamente com a guia de couro preta.
Os olhos de Karen brilhavam e a ansiedade só aumentava.
- Finalmente minha cadela, minha submissa. – Dizia Felipe colocando a coleira em volta do pescoço da ruivinha.
- Faça o que lhe pedi para esse momento. - continuava dizendo Felipe.
- Eu Karen aceito me submeter ao meu Senhor e meu Rei Felipe pelo tempo determinado por nós durante nossa negociação, prometo respeita-lo e fazer de tudo para ser uma boa submissa.
- Otimo.- Dizia Felipe com muita satisfação.
Karen havia recebido a ordem de preparar uma frase quando recebesse a coleira e fez isso com maestria.
O homem sentou e se posicionou no canto da cama e estendeu os pés a ruiva dizendo:
- Tire meus sapatos e minhas meias, após isso desabotoe minha calça.
Assim Karen fez, tirou o sapato esquerdo, depois direito, logo em seguida as duas meias, colocou tudo no canto do pé da cama. Logo em seguida olhou para o homem sinalizando para que ficasse de pé e Felipe assim fez, assim como tudo que fazia ele exalava poder e superioridade, o que deixava Karen ainda mais inquieta com relação a sua submissão.
A garota abriu o botão e desceu o zíper, posicionou os dedos nas laterais da calça, mas quando foi descer foi impedida por Felipe dizendo:
- Eu ordenei que fizesse isso?
- Não meu rei, me perdoe. - Dizia Karen ansiosa com desejo de tocar Felipe.
Felipe desceu a calça e tirou a camisa logo em seguida, focando apenas com uma cueca boxer branca que exaltava sua ereção quase a ponto de saltar para fora daquele tecido.
Com a guia presa a coleira Felipe puxou fazendo com que a ruiva subisse na cama.
De 4 Karen subiu e permaneceu olhando para Felipe. O homem a esse ponto já tinha ido ate sua mala e pego alguns objetos, dentre eles uma gag bal, um chicote, velas, isqueiro, corda, uma faca sem corte, uma buzina, uma pena, uma venda e um consolo.
Ao se aproximar dela ele começou a passar a pena em suas pernas descobertas, suas costas, braços, pescoço, fazendo com que ela relaxasse mais a cada sensação. Colocou a pena na cabeceira da cama e começou a se preparar com o chicote em mãos.
Passou lentamente o chicote as nadegas da ruiva, nas pernas, fazendo com que tremesse de desejo e curiosidade.
- Tire os saltos, as luvas e as meias agora. Dizia o homem rodando o chicote no ar.
Assim obedecia sem hesitar, primeiro tirando as luvas, logo em seguida os saltos e após isso as meias, colocando tudo no canto no chão e voltando para a cama ficando na posição que estava.
Felipe colocou o chicote na cama e disse:
- Boa menina, de joelhos na cama.
Assim o fez, ficou de joelhos olhando para ele.
Felipe se aproximou de karen olhando firmemente, passou as mãos e apalpou a bunda da garota o que a fez gemer, subiu as mãos até seus seios cobertos e os colocou para fora expondo-os. Continuou passando a mão no corpo dela, e decidiu deixa-la sem sutiã.
- Seus seios são belos demais para ficarem cobertos.- falava o homem jogando o sutiã do outro lado do quarto.
- Hummmm.- Karen soltou um gemido de aprovação ao sentir a boca de Felipe em abocanhando seus seios.
- Gostosa, você me deixa louco. Quero foder você, deixa-la sem querer desejar outro pênis te preenchendo. – falava felipe enquanto lambia os seios e barriga de Karen.
Ele subiu os lábios e foi ao encontro dos dela, movimentava sua cabeça com as mãos como se estivesse beijando uma marionete, parecia ter perdido algo no funda de sua boca, o hálito de hortelã da garota tornará o beijo mais delicioso embora estivesse fumado.
Felipe a jogou na cama com força, virou a fazendo ficar com a bunda virada para ele, mal esperou a garota se ajeitar, pegou o chicote e deu a primeira chicotada que a fez gritar.
- Caso não aguentar diga!- falou Felipe aplicando novos golpes.
Ohhhh, Hummm, Aiiii eram sons que Karen soltava e a cada estimulo dado por Felipe a garota delirava
- Esta toda molhada já não é?- Dizia o homem passando os dedos sobre a calcinha de Karen.
O homem deixou o chicote de lado e retirou a calcinha da garota. Foi ate onde tinha deixado as velas pegou duas, o isqueiro, a gag ball, a buzina e a corda.
Com a corda amarrou os punhos da garota na cabeceira da cama e deu-lhe a buzina para segurar, a gag foi colocada em sua boca e então acendeu as velas.
- Qualquer coisa de errado que sentir aperte a buzina.- Dizia o homem pingando as velas nas costas de Karen.
Ela esfregava os seios na cama, se mexia como se tentasse tocar seu clitóris com a cama, a sensação da vela sobre seu corpo estava a deixando desorientada e ali permaneceu ate que Felipe decidisse que já estava bom.
O homem foi pegar o consolo e se posicionou atrás de karen dizendo-lhe:
- Empine bem essa bunda linda para mim, vou foder você todinha agora.
Assim a garota fez, empinou bem a bunda e afastou as pernas abrindo espaço para que ele visse que ela já estava escorrendo de desejo de senti-lo.
- Nossa como você esta molhada, deliciosa.
Felipe penetrou Karen com o consolo, sentia ela gemer, aumentava a velocidade e diminuía a fazendo se debater implorando por mais. De repente Karen já não se sentiu mais preenchida.
- Quero ouvir seus gemidos.- Disse Felipe retirando a gag de sua boca.
O Homem auxiliou a garota a se virar de barriga para cima. Foi pegar a venda e colocou nos olhos dela.
- Abra as pernas. - Ordenou ele
O homem se posicionou coma cabeça entre as pernas dela e começou a chupa-la, mordiscava seus lábios, sugava seu clitóris como se quisesse que algo saísse dele.
-ohhhhhhh, que boca maravilhosa. Dizia a ruiva.
- Não goze agora.- dizia o homem
Ele permaneceu assim por muito tempo, Brincando com a boca no corpo da garota, se deliciando com o gosto dela, vendo ela se debater ate que chegou um momento que nem ele mais aguentava, tirou a cueca ainda com a boca no corpo dela e pegou uma camisinha que estava no canto da cama cobrindo seu membro ereto rapidamente.
- Ai que buraquinho molhado e apertado.- Disse ao penetrar de uma só vez Karen.
- Hummm que cacete enorme, gostoso. - Disse Karen perdendo a noção se poderia dizer aquilo.
- Vou te rasgar. – Dizia Felipe estocando seu membro na garota com toda a força e rapidez que possuía.
Era um vem e vai viciante, Felipe sentia-se como se fosse explodir e nem a camisinha fosse segurar o que tinha por vir.
- Vadia, gostosa, puta, toda minha, você gosta disso não é?- dizia Felipe descontrolado.
- Delicia, sentir meu senhor me fodendo e me tratando como mereço. – dizia a ruiva ofegante.
O homem começou a massagear o clitóris de Karen enquanto a penetrava e isso acelerou seu orgasmo fazendo-a chegar perto da perda do controle de seu corpo.
- Por favor continua.- dizia ela se aproximando do orgasmo.
Felipe também estava quase gozando, então percebendo que Karen não conseguiria segurar mais lhe disse:
- Pode gozar agora.
A Garota nem ouviu direito o que ele tinha dito e desabou na cama com as contrações sentidas e o pico do prazer em suas mãos.
- Ai caralho!- gritou Felipe gozando logo em seguida.
Felipe esperou a respiração se acalmar e saiu de cima de Karen, retirou a camisinha amarrando-a e jogando no lixo do banheiro, voltou e retirou as cordas das mãos de Karen que quando ficou sem a gag jogou a buzina longe.
A venda também foi retirada de seus olhos, e ela pode ver o quão atraente era o homem que estava nu a sua frente.
Felipe deitou ao lado de Karen e ali começou conversar com a garota e a fazer carinho na mesma.
Karen ali permaneceu com os olhos brilhando.

Sessão do dia 29/01/2017

Após assistirmos um pouco de TV, dono mandou tomar meu remedio e subir as escadas para pegar os acessórios que iriamos usar. Meu sorriso podia ser visto de costas.
Entrei no quarto, coloquei a agua e meu celular sobre a cama e fui ao outro quarto pegar o que ele ordenou.
O magic massager, duas cordas e o flogger preto foram os acessórios escolhidos por ele, coloquei-os sobre a cama que ja estava com um oleo novo para massagem e aguardei novas ordens.
Dono mandou esperar de 4 na cama enquanto preparava as cordas. Fiquei ali aguardando ansiosa, depois de arrumar as cordas no pé da cama ele me puxou para a ponta da cama e colocou a cabeça entre minhas pernas experimentando meu gosto... 
Senti sua lingua em mim, me explorando rapidamente.
Dono logo em seguida pegou o flogger e começou a me bater com ele. Que delicia, sentir minha pele esquentar a cada batida, uma, duas, três... Foram varias vezes que senti o flogger em minha pele.
As batidas cessaram, senti então um oleo sendo espirrado em minhas costas dono fez uma leve massagem, porém tive de levantar e cobrir a cama com um lençol para continuar a brincadeira.
Mudei então de posição colocando a barriga para cima e novamente o óleo é espirrado em mim e dono deslisa as mãos sobre meu corpo, acariciando, apertando, alisando. Fechei os olhos e relaxei com a sensação.
As cordas foram amarradas cada uma em uma perna e fiquei ali presa e a mercê dos caprichos do dono.
Ele ligou o magic massager e ja comecei a ficar molhadinha. Encostou em meu pontinho mágico e ja queria me contorcer.
Aquela tortura deliciosa continuava, gemia, me debatia, fechava os olhos, ofegava... Quase chorei e enfim gozei...
Dono continou por mais alguns minutos me estimulando e entao parou. 
Se posicionou entre minhas pernas e me penetrou de forma rapida e deliciosa, gemi ainda mais ao sentir aquele membro gostoso e duro me estocando.
Ele saiu de dentro de mim e continuei a me tocar, dessa vez enfiando o dedo no cusinho enquanto ele falava que iria gozar. Naquele momento queria ter dado o rabinho pra ele.
Ele me desamarrou e fomos tomar um banho juntos.